Minutos de Estupidez Diários

“A estupidez é muito mais fascinante que a inteligência. A inteligência tem os seus limites, a estupidez não” (Claude Chabol, cineasta francês)

20.7.07

Leis da Estupidez Humana por Cipolla

Primeira: "cada um de nós subestima sempre e inevitavelmente o número de indivíduos estúpidos em circulação".
Segunda: "a probabilidade de uma certa pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa mesma pessoa".
Terceira: a pessoa estúpida é aquela "que causa um dano a outra pessoa ou grupo de pessoas, sem que disso resulte alguma vantagem para si, ou podendo, até, vir a sofrer um prejuízo".
Quarta: "as pessoas não estúpidas subestimarem sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas", ou de outro modo, "os não estúpidos esquecem-se constantemente que em qualquer momento, lugar e situação, tratar e/ou associar-se com indivíduos estúpidos revela-se, infalivelmente, um erro que se paga muito caro".
Quinta: "a pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe".
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Até à próxima... Säilör_Sün e Ticha (Investigadoras do Departamento de Estudos Completamente Irrelevantes e Imbecis da Faculdade do Comportamento Humano Obnubilado)

13.7.07

O Poder da Estupidez

Um facto que nos deveria surpreender (ou não) é o escasso material dedicado ao estudo de um tema tão importante como a Estupidez. Existem muito poucos livros sobre este tema. Para vos dar uma ideia, no entanto, aqui ficam algumas ideias publicadas.

Uma Breve Introdução à História da Estupidez Humana de Walter B. Pitkin, publicado em 1934. Sim, já é velhinho mas ainda surpreendentemente actual. Mas, já agora, por que é que o autor chama “uma breve introdução” a um livro de 300 páginas? No final do livro, diz: "Epílogo: agora estamos prontos para começar a estudar a Historia da Estupidez". E nada se segue.

O Professor Pitkin foi um homem muito sensato. Sabia que toda uma vida era muito pouco tempo para cobrir ainda que um fragmento de tão vasto tema. Assim, publicou a Introdução, e isso foi tudo.

Pitkin estava muito consciente da carência de trabalhos prévios sobre o assunto. Ele tinha à sua disposição uma equipa de investigadores, a qual pôs a realizar pesquisas nos arquivos da Biblioteca Central de Nova York. Nada encontraram. Segundo Pitkin, havia somente dois livros sobre a matéria: Aus der Geschite der menschlichen Dummheit de Max Kemmerich, e Über Dummheit de Leopold Loewenfeld. Infelizmente não entendemos alemão, apesar de Dummheit nos parecer suficientemente claro e acreditamos que Kemmerich e Loewenfeld tiveram abundância especial de material para seus estudos, levando em conta o que aconteceu na Alemanha em 1933 e anos seguintes.

Na opinião de Pitkin, quatro de cada cinco pessoas tem um quociente de estupidez suficientemente grande para serem chamadas “estúpidas”. Isso equivaleria a quinhentos milhões de pessoas, à época que ele escreveu o livro; agora são mais de quatro biliões. Há que ver que este número por si já é bastante estúpido.

Ele observou que um dos problemas da Estupidez é que ninguém tem uma definição realmente boa. De facto, os génios são frequentemente considerados estúpidos por uma maioria estúpida.

Mas a estupidez definitivamente existe, e há muito mais dela do que sugerem os nossos mais terríveis pesadelos. Ela domina o mundo (o que é claramente comprovado pela forma como ele é governado).

Até à próxima...

Säilör_Sün e Ticha (Investigadoras do Departamento de Estudos Completamente Irrelevantes e Imbecis da Faculdade do Comportamento Humano Obnubilado)

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“A estupidez é muito mais fascinante que a inteligência. A inteligência tem os seus limites, a estupidez não” (Claude Chabol, cineasta francês)

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